
sábado, 2 de janeiro de 2010
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
SABER VIVER....



Saber Viver
Não sei...
Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura...
Enquanto durar.
(CoraCoralina)
domingo, 29 de novembro de 2009
Audrey Hepburn...


A única estrela do passado que ainda tem público, que ainda é popular e vende sempre DVDs não é Marilyn Monroe como alguns podem pensar, mas sua antiga rival, Audrey Hepburn.
Nestes dias saíram dois lançamentos com ela, uma biografia em imagens (Audrey Hepburn, The Hollywood Collection, por 29 reais) e um outro muito especial: o boxe Audrey Couture Muse Collection (por 99 reais) da Paramount, que reúne num único boxe, seus sete filmes mais importantes. Incluindo Bastidores e trailer.
Nestes dias saíram dois lançamentos com ela, uma biografia em imagens (Audrey Hepburn, The Hollywood Collection, por 29 reais) e um outro muito especial: o boxe Audrey Couture Muse Collection (por 99 reais) da Paramount, que reúne num único boxe, seus sete filmes mais importantes. Incluindo Bastidores e trailer.
PARA AS GORDINHAS...


Mulheres plus size não devem se esconder atrás das roupas....
Mulheres que usam manequins maiores normalmente procuram se esconder atrás de peças largas, tentando disfarçar as formas e garantir conforto. Pois esse recurso não valoriza a silhueta e é um dos erros mais comuns.
Confira explicações de especialistas de como usar algumas das principais propostas da moda atual e outras dicas para valorizar sua forma, não importa de que tamanho ela seja.
Confira explicações de especialistas de como usar algumas das principais propostas da moda atual e outras dicas para valorizar sua forma, não importa de que tamanho ela seja.
1) Não se deve usar roupas largas, para não chamar atenção ao tamanho e sim para o bom gosto na hora de se vestir.
2) Lembre-se de que gordinhas também têm formas e que é importante manter a
proporção equilibrada e fazer a compensação.
3) Se a mulher tiver muito busto, evite blusas muito fechadas, como as inspiradas nos anos 1950, pois fazem os seios parecerem ainda maiores.
Prefira sempre decotes tipo canoa. Mas se quiser vestir modelos mais altos,
use alguns truques, como um colar com pendente sobre a roupa, ou um lenço amarrado com a ponta para baixo.
4) Mulheres plus size podem sim usar mangas bufantes, desde que elas tenham sido confeccionadas mais para dentro da peça. A roupa deve ter volume nos ombros,
mas não sair do corpo.
5) Não se vista toda de preto ou use todas as peças em um único tom.
Pois fica parecendo uma enorme massa sem forma.
Se quebrar a silhueta com um cinto, cores ou até recortes fica parecendo mais esguia.
6) Nunca use roupas apertadas. Pois dá a impressão de que é maior ainda e, pior,
que engordou e não comprou roupas novas.
7) Modelo de corte tipo império, com recorte logo abaixo do busto, é boas opções.
Define o colo e deixa o corpo solto, escondendo pneuzinhos.
8) Estampas são sim permitidas, até as de bichos.
Valem também as gráficas e abstratas. Pois confundem a silhueta tirando atenção
do tamanho. Só tome cuidado para não usar estampas grandes em partes
mais volumosas, como uma grande flor no meio da barriga.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
CURSO DE VISAGISMO COM PHILIP HALLAWELL EM BARBACENA - MG
Público Alvo: Profissionais de Beleza, da Odontologia Estética, da Medicina Estética e Cirurgia Plástica, Psicólogos, Consultores de Imagem e de Moda, Fotógrafos, Publicitários, Marketing, entre outros, e estudantes dessas áreas.
Visagismo é o nome dado à arte de definir o que o cliente deseja expressar e traduzir essa intençaõ numa imagem pessoal, com harmonia e estética. É uma arte inter-disciplinar aplicada, ligada às artes visuais.
O conceito de Visagismo desenvolvido por Philip Hallawell, autor dos livros Visagismo - Harmonia e Estética (Senac-SP, 2003) e Visagismo Integrado: identidade, estilo e beleza (Senac -SP, 2009), parte do princípio que o rosto é o principal elemento que define a identidade de uma pessoa e que qualquer mudança que se faça ao rosto ou ao cabelo muda o senso de identidade.
Neste curso, Philip Hallawell ensina seu método exclusivo de consultoria com o cliente e de criação de uma imagem pessoal personalizada, de acordo com sua personalidade e estilo de vida.
O curso é uma vivência no mundo das imagens, com ênfase na imagem pessoal.
Visagismo é o nome dado à arte de definir o que o cliente deseja expressar e traduzir essa intençaõ numa imagem pessoal, com harmonia e estética. É uma arte inter-disciplinar aplicada, ligada às artes visuais.
O conceito de Visagismo desenvolvido por Philip Hallawell, autor dos livros Visagismo - Harmonia e Estética (Senac-SP, 2003) e Visagismo Integrado: identidade, estilo e beleza (Senac -SP, 2009), parte do princípio que o rosto é o principal elemento que define a identidade de uma pessoa e que qualquer mudança que se faça ao rosto ou ao cabelo muda o senso de identidade.
Neste curso, Philip Hallawell ensina seu método exclusivo de consultoria com o cliente e de criação de uma imagem pessoal personalizada, de acordo com sua personalidade e estilo de vida.
O curso é uma vivência no mundo das imagens, com ênfase na imagem pessoal.
Data: 22, 23, 24 e 25 de novembro de 2009
Local: HOTEL SENAC GROGOTÓ
Cidade: BARBACENA – MG
Telefone: (32) 3333.7326 - (32) 8888.7326
com Lígia Lima
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
Curta ou longa metragem?
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Vera Fiori - O Estado de S. Paulo
Segundo Silvia Marques, autora do livro A História do Penteado (editora Matrix), o dilema de optar pelo comprimento dos cabelos atormenta as mulheres desde priscas eras. De Afrodite, deusa loira da beleza e do amor, passando pelo megahair de Maria Madalena ao curtinho de Joana D’Arc, muitas tendências rolaram nas águas da história. "O cabelo é o símbolo máximo de feminilidade. Quando o corte é feito contra a vontade, como demonstração de força e poder, é mais do que um gesto de brutalidade, é uma mutilação", fala a autora, citando os filmes Malèna e a A Filha de Ryan, nos quais o terrível castigo é imputado a prostitutas e adúlteras.
Nos anos 1960, as tesouras deram um baile.
Na vanguarda, as atrizes Mia Farrow e Jean Seberg, a estilista Mary Quant e a modelo Twiggy sucederam as "gamines", como eram chamadas as mulheres de cabelos curtinhos e de aparência frágil, assim como as atrizes Leslie Caron e Audrey Hepburn, ambas no começo de carreira.
Este ano, a top Isabeli Fontana causou impacto ao surgir lindíssima como uma gamine vamp, na campanha de maquiagem da Chanel. Teria a top dado adeus às longas madeixas?
Nada disso, a produção usou uma peruca:
"Mudanças radicais são sempre avaliadas em função da imagem da modelo e contratos de trabalho", lembra a agente da top, Monica Marques, da agência Mega.
Assunto que dá pano para manga, os fios sobem e descem ao sabor da moda, mas só no resto do planeta. No Brasil, ai do cabeleireiro que cortar um centímetro a mais do cabelo. É chilique, choro ou motivo para se esconder na certa.
PONTOS DE VISTA
O cabeleireiro Marco Antonio de Biaggi, expert em cabelos compridos (e blondies), comenta esse apego à cabeleira:
"Você está falando com a pessoa certa. Atendemos 300 clientes por dia e todas elas querem seduzir e mostrar poder por meio dos cabelos longos, lisos, repicados e com boa textura. É só pensar em Adriane Galisteu, Luana Piovani, Aline Morais, Juliana Paes, Carolina Dieckmann, Isabeli Fontana, Maria Fernanda Cândido, que conciliam exuberância e personalidade", fala Marco, que, em 20 anos de carreira, produziu 700 mulheres para capas das principais revistas femininas, todas de cabelões. "Acho que das 21 capas que fiz para a revista Nova, apenas em 3 delas as atrizes estavam de cabelos curtos."
PHILIP HALLAWELL - VISAGISTA
Dos salões para o visagismo, um outro ponto de vista. Segundo Philip Hallawell, autor de Visagismo Integrado – Identidade, Estilo e Beleza (Ed. Senac), a identidade pessoal também se revela por meio do cabelo, e o jogo de comprimentos possibilita leituras que vão além do formato do rosto:
– O cabelo no ombro tem ação neutra. Abaixo, dá sensação de peso, de que a mulher necessita de apoio financeiro ou emocional, além da conotação de submissão, ao querer agradar ao homem. Se for liso e reto nas laterais do rosto, como entre dois trilhos, denota controle, rigidez. Longos, com ondas largas, e repicados, sinaliza sexualidade à flor da pele. Quanto mais curto, maior a independência, leveza, dinamismo. Com relação à estética, por volta dos 30 anos aos primeiros sinais de envelhecimento, o curto promove uma ação visual para cima, como um lifting, enquanto o cabelo pesado dá um efeito contrário.
Hallawell recorre à ciência para entender uma contradição típica da brasileira nos dias atuais, ou seja, assumir posições de comando ou reproduzir o que vê nas capas das revistas?
– As imagens provocam uma resposta emocional antes que sejam interpretadas.
– O cabelo no ombro tem ação neutra. Abaixo, dá sensação de peso, de que a mulher necessita de apoio financeiro ou emocional, além da conotação de submissão, ao querer agradar ao homem. Se for liso e reto nas laterais do rosto, como entre dois trilhos, denota controle, rigidez. Longos, com ondas largas, e repicados, sinaliza sexualidade à flor da pele. Quanto mais curto, maior a independência, leveza, dinamismo. Com relação à estética, por volta dos 30 anos aos primeiros sinais de envelhecimento, o curto promove uma ação visual para cima, como um lifting, enquanto o cabelo pesado dá um efeito contrário.
Hallawell recorre à ciência para entender uma contradição típica da brasileira nos dias atuais, ou seja, assumir posições de comando ou reproduzir o que vê nas capas das revistas?
– As imagens provocam uma resposta emocional antes que sejam interpretadas.
A avalanche de fotos sensuais e glamourosas é absorvida de maneira inconsciente e subliminar, e a mulher associa beleza exclusivamente a sensualidade.
Mas será adequado ser sensual durante 24 horas?
Conteúdo e valores como criatividade e dinamismo também são uma forma de beleza.
MUDAR É BOM
Ao ganhar o papel de uma garota moderna, que retorna à cidade natal na novela Paraíso, da TV Globo, a atriz Fernanda Paes Leme viu as mechas
dos longos cabelos castanhos se espalharem pelo salão de Wanderley Nunes.
A mudança foi radical: "A princípio, fiquei um pouco nervosa, mas amei o resultado, mexeu com a minha autoestima."
O cabelão foi para o ralo e, com ele, o mito de que a sensualidade está no comprimento.
Segundo Wanderley, o corte de Fernanda tem base reta e fios repicados, no estilo da atriz
Katie Holmes, "remetendo à praticidade e modernidade."
Mas antes de se empolgar, diz ele, é bom pensar duas vezes: "Se estiver triste, não mude radicalmente para não se arrepender depois. Também é importante levar em conta o formato do rosto. O triangular, por exemplo, é o que menos oferece opções de curtos, ao contrário do quadrado. Largura de testa, tamanho de nariz, queixo e boca devem ser levados em conta, já que o rosto fica todo descoberto", aconselha.
Quem também tosou as madeixas foi a editora de moda Erika Palomino, jurada do programa Brazil's Next Top Model. Sobre o novo look (que alguns compararam ao da modelo inglesa Agyness Deyn ), observa: "É um tipo de cabelo que exige atitude, e que só faz parte do repertório visual de quem conquistou o direito de fazer o que quiser sem ligar para a opinião dos outros. É libertador." E acrescenta:
– Cortei com o Pablo e tingi com o Yuha, ambos do MG Hair. Aproveitei que perdi peso para cortar mais ainda. Gostei muito. Eu sempre quis ter um cabelo meio Elis Regina e Mia Farrow, em O Bebê de Rosemary!
Sobre a resistência das brasileiras à tesoura, Erika acha que existe uma cultura de sedução em torno dos cabelos compridos. "Os homens supostamente gostam mais, e as mulheres os mantêm como arma de conquista e também como apoio emocional e elemento de competitividade diante das outras mulheres – quem tem o cabelo mais bonito, mais comprido, etc."
Desapegada dos fios, para ela, as modelos deviam ter a mesma postura. Ou mais até, já que o mercado de moda exige mudanças . Jurada durona do programa, comenta o chororô das meninas na hora da transformação de beleza:
Mas antes de se empolgar, diz ele, é bom pensar duas vezes: "Se estiver triste, não mude radicalmente para não se arrepender depois. Também é importante levar em conta o formato do rosto. O triangular, por exemplo, é o que menos oferece opções de curtos, ao contrário do quadrado. Largura de testa, tamanho de nariz, queixo e boca devem ser levados em conta, já que o rosto fica todo descoberto", aconselha.
Quem também tosou as madeixas foi a editora de moda Erika Palomino, jurada do programa Brazil's Next Top Model. Sobre o novo look (que alguns compararam ao da modelo inglesa Agyness Deyn ), observa: "É um tipo de cabelo que exige atitude, e que só faz parte do repertório visual de quem conquistou o direito de fazer o que quiser sem ligar para a opinião dos outros. É libertador." E acrescenta:
– Cortei com o Pablo e tingi com o Yuha, ambos do MG Hair. Aproveitei que perdi peso para cortar mais ainda. Gostei muito. Eu sempre quis ter um cabelo meio Elis Regina e Mia Farrow, em O Bebê de Rosemary!
Sobre a resistência das brasileiras à tesoura, Erika acha que existe uma cultura de sedução em torno dos cabelos compridos. "Os homens supostamente gostam mais, e as mulheres os mantêm como arma de conquista e também como apoio emocional e elemento de competitividade diante das outras mulheres – quem tem o cabelo mais bonito, mais comprido, etc."
Desapegada dos fios, para ela, as modelos deviam ter a mesma postura. Ou mais até, já que o mercado de moda exige mudanças . Jurada durona do programa, comenta o chororô das meninas na hora da transformação de beleza:
"Elas se deprimem e sofrem com crise de identidade e personalidade. Não sabem explorar o novo personagem. E também têm medo de o mercado não entender e elas perderem trabalho. Não sabem, coitadas, que é exatamente o contrário!"
Formada em Arquitetura, há cerca de cinco anos a atriz e bailarina Maysa Mundim mantém o corte moderno, assinado por Guilherme Cassolari.
Formada em Arquitetura, há cerca de cinco anos a atriz e bailarina Maysa Mundim mantém o corte moderno, assinado por Guilherme Cassolari.
"Já usei até moicano multicolorido para um concurso de beleza. Não me importo de mudar sempre, afinal, cabelo cresce mesmo." Sobre o mito da sedução dos longos, ela e Cassolari dividem a mesma opinião:
"O homem de cabeça mais aberta se sente atraído pelas mulheres de cabelos curtos."
CORTAR, JAMAIS
Nem mesmo a ideia de que o curto subtrai alguns anos e promove um lifting visual convence Rosa Maria Fernandes. Ela tem trauma de cortes radicais e explica o motivo:
"Minha irmã tinha um problema grave de saúde e minha mãe fez uma promessa de não cortar o cabelo dela. Como ia até a cintura e dava muito trabalho, ela cortava o meu no estilo chanel bem curtinho, na orelha. Mas quando fiz 12 anos, dei meu grito de liberdade e fugi da tesoura."
Rosa continua fugindo da tesoura até hoje e tem suas teorias:
Rosa continua fugindo da tesoura até hoje e tem suas teorias:
"Quem gosta de cabelo curto é cabeleireiro. Homens gostam de cabelo comprido", diz ela, taxativa, deixando claro que este é também seu gosto pessoal.
Também a modelo Ana, que é fotografada para editoriais de moda e beleza, sempre usou cabelos compridos e nem se imagina sem eles. "O máximo em mudanças para mim é cortar uma franja ou repicar. Já se surgir uma proposta tentadora de trabalho, quem sabe..."
__._,_.___
Também a modelo Ana, que é fotografada para editoriais de moda e beleza, sempre usou cabelos compridos e nem se imagina sem eles. "O máximo em mudanças para mim é cortar uma franja ou repicar. Já se surgir uma proposta tentadora de trabalho, quem sabe..."
__._,_.___
Vera Fiori - O Estado de S. Paulo
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
TANOREXIA

Quando existe uma obsessão de estar cada vez mais bronzeado, continuamente, mesmo nos meses invernais e a qualquer custo, a despeito dos danos causados pelo sol, estamos de frente a um distúrbio comportamental de ordem psíquica chamado TANOREXIA.A palavra, deriva do verbo inglês “to tan” (“bronzear”) e faz parte do mesmo motor propulsor da conhecida Anorexia. Assim como os anoréxicos tem uma visão distorcida da sua própria imagem corporal, considerando de forma obsessiva que nunca estão suficientemente magros, os tanoréxicos consideram que nunca estão suficientemente bronzeados.
A tanorexia afeta ambos os sexos na Itália, sendo mais notada em mulheres magras, com idades entre 16- 40 anos, freqüentemente com aspecto da pele desidratada, baixa auto-estima, preocupação excessiva com a sua aparência, ansiosas e principalmente as provenientes do norte do país. Ela afeta duas em cada 10 adolescentes. E é alarmante como um problema de saúde pública tendo em vista os crescentes diagnósticos de câncer de pele (principalmente a forma maligna, o melanoma) e a falta de campanhas sobre fotoproteção no país.
Cerca de 30% dos italianos consideram completamente desnecessário o uso de fotoprotetores durante a exposição solar. A resposta dominante foi a freqüência da exposição sem proteção durante longos anos, considerando assim que a pele já teria se ‘acostumado’ ao sol. Há comprovação científica na fotodermatologia que o dano causado pelo sol é cumulativo, ou seja, existe a ‘memória celular’ só que essa refere-se ao castigo sofrido a cada verão sem fotoproteção. E ela não perdoa.
Duas características marcantes da tanorexia, além da recusa de proteger a pele com filtros solares, são o uso excessivo dos autobronzeadores e a dependência do bronzeamento artificial nos meses frios. Há relatos de adolescentes que freqüentam sessões até 3 vezes durante a semana ininterruptamente. A câmara de bronzeamento artificial possui lâmpadas com radiação ultravioleta que reproduzem em potência 15 vezes a luz solar do meio-dia, aumentando estratosfericamente o fotodano como envelhecimento precoce da pele (rugas), riscos de lesões e queimaduras solares e o assombroso câncer de pele. Vale ressaltar que o câncer de pele é o tipo de câncer mais comum e em 90% dos novos casos de câncer relatados nas estatísticas mundiais anuais, 2 milhões são atribuídos ao câncer de pele, sendo responsável por 50 mil mortes em mulheres a cada ano.
Existe uma explicação neurofisiológica para a dependência dos tanoréxicos além do fator estético: a luz solar estimula a produção de endorfinas, principalmente o neurotransmissor serotonina, conhecido como a substância do prazer, do bem-estar, relax, da satisfação e até mesmo da euforia. Uma vez privados desta sensação, os tanoréxicos se tornam bastante deprimidos e reiniciam o ciclo vicioso em busca da sensação de bem-estar serotoninérgica. Vale lembrar a estatística da Organização Mundial de Saúde acerca dos mais altos índices de depressão, cursando ou não com suicídio, nos países desprovidos de abundantes dias ensolarados, como os países nórdicos.
A tanorexia, popularmente conhecida como “Síndrome de Posh e Becks” (alusão ao ‘casal celebrity’ Beckham) também afeta (aqui citado em ordem decrescente) os Estados Unidos, Inglaterra, Espanha e Portugal- cada um com seu fiel representante ‘celebrity’. Este mal tem cura com suporte psicoterapêutico. O restante (o que não é classificado como patológico) é puro modismo ou o senso excessivo de cuidado com a aparência característico do povo italiano.
LISTRAS NÃO ENGORDAM...
Um estudo conduzido por pesquisadores britânicos sugere que, ao contrário do que se pensava, roupas estampadas com listras horizontais tornam a pessoa mais magra.Na contramão das dicas aconselhadas por especialistas em moda, uma equipe de psicólogos da Universidade de York afirma que as listras verticais são as verdadeiras vilãs na hora de tentar esconder as gordurinhas.Na pesquisa, apresentada no British Association's Festival of Science, em Liverpool, os pesquisadores pediram a voluntários que observassem fotos de mulheres usando 200 trajes listrados e apontassem as mais magras.Para sua surpresa, ao olharem imagens de mulheres com o mesmo corpo os participantes opinaram que as que usavam roupas listradas na horizontal eram as mais magras.Segundo o coordenador do estudo, Peter Thompson, a pesquisa inspirou-se na teoria da ilusão dos quadrados de Helmholtz, criada no século 19. Na experiência, o cientista Hermann von Helmholtz desenhou dois quadrados idênticos, cobrindo um com listras verticais e o outro com horizontais.
O experimento mostrou que o quadrado com listras horizontais parecia mais alto e magro do que o outro, levando o cientista a recomendar, na época, que mulheres usassem listras horizontais para parecerem mais altas.Pretinho básicoThompson diz não saber quando começou a ser difundida a idéia de que as listras horizontais engordam."As listras horizontais, quando nada, fazem a pessoa parecer mais magra".
O pesquisador disse que não está claro porque a ilusão de ótica existe, mas supõe que listras horizontais fazem uma imagem parecer mais tridimensional, criando a impressão de profundidade e reduzindo a largura.O pesquisador também salientou que a crença de que usar preto emagrece continua correta. "Vestir preto é uma boa alternativa. Sabemos que um círculo preto em um fundo branco parece menor do que um círculo branco em um fundo preto".
domingo, 27 de setembro de 2009
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